Vereador Fernando Oliveira entrega à patronagem do CTG Coxilha de Ronda cópia da Lei Municipal nº 732/2026, que declara o CTG Coxilha de Ronda, o Baile do Bolo Frito e a Festa Campeira como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do município de Santiago. |
A cultura e o tradicionalismo de
Santiago ganharam um importante instrumento de valorização e fomento. A Lei
Municipal nº 732/2026, de autoria do Vereador Fernando Oliveira, reconhece o
CTG Coxilha de Ronda, o tradicional Baile do Bolo Frito e a Festa Campeira como
Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do município. A iniciativa busca
preservar a história e a identidade cultural construída pela entidade ao longo
dos anos, mas também cria novas perspectivas para o fortalecimento das
atividades desenvolvidas pelo CTG.
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| Vereador Fernando Oliveira no tradicional Baile do Bolo Frito do CTG Coxilha de Ronda. |
Mais do que um reconhecimento
histórico e cultural, a legislação representa uma importante política de
fomento, ampliando as possibilidades para que a entidade e seus eventos possam
participar de editais e programas de captação de recursos nas áreas da cultura,
turismo, patrimônio e valorização do tradicionalismo gaúcho. O reconhecimento
legal como patrimônio cultural pode contribuir para a habilitação em
iniciativas de incentivo e para a busca de recursos destinados à realização,
estruturação, divulgação e preservação das atividades.
Para o Vereador Fernando
Oliveira, autor da lei, o objetivo é transformar o reconhecimento da
importância do Coxilha de Ronda e de seus eventos em uma ferramenta concreta de
desenvolvimento. “Essa lei não é apenas um reconhecimento simbólico. Ela cria
uma importante ferramenta para que o Coxilha de Ronda possa buscar novas
oportunidades, participar de editais e acessar mecanismos de captação de
recursos destinados à cultura, ao turismo e à preservação das tradições.
Estamos reconhecendo o passado, valorizando o presente e criando condições para
fortalecer esse patrimônio no futuro”, destaca.
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| As mulheres do CTG Coxilha de Ronda, responsáveis por fazerem a fritura dos bolos fritos, receberam a cópia da Lei que declarou a festividade como patrimônio cultural de Santiago. |
O Baile do Bolo Frito tornou-se
uma das principais marcas da Semana Farroupilha de Santiago e uma das
manifestações culturais mais conhecidas do município. Durante a festividade,
são produzidos mais de 10 mil bolos, distribuídos gratuitamente ao público, em
uma tradição que reúne cultura, gastronomia, convivência comunitária e
valorização das raízes gaúchas, transformando o evento em um dos grandes
momentos da programação tradicionalista de Santiago.
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| Patrão Ronaldo Lavarda destacou a gratidão da entidade pelo reconhecimento legislativo. |
A Festa Campeira também ocupa
lugar de destaque no calendário do município, reunindo equipes e participantes
em uma grande celebração das tradições campeiras e movimentando diferentes
setores durante sua realização. O evento representa uma expressão da cultura
tradicionalista e contribui para fortalecer Santiago como referência na
preservação das manifestações ligadas ao campo e à identidade gaúcha. O
reconhecimento também valoriza o papel do CTG Coxilha de Ronda na preservação e
transmissão das tradições do Rio Grande do Sul. Ao longo de sua trajetória, a
entidade consolidou eventos que passaram a fazer parte da identidade cultural
de Santiago, reunindo famílias, tradicionalistas e visitantes e mantendo vivas
manifestações que são transmitidas de geração em geração.
“Quando uma tradição passa a ter
o reconhecimento legal como patrimônio cultural, ela também ganha mais força
para buscar políticas de incentivo e investimentos. O objetivo é que o Coxilha
de Ronda possa continuar realizando seus eventos, ampliando seu alcance e
garantindo que essas tradições sejam preservadas e transmitidas para as
próximas gerações”, afirma Fernando Oliveira. A Lei Municipal nº 732/2026
consolida, dessa forma, o CTG Coxilha de Ronda, o Baile do Bolo Frito e a Festa
Campeira como parte da identidade cultural de Santiago, fortalecendo não apenas
o tradicionalismo, mas também as possibilidades de desenvolvimento cultural,
turístico e econômico a partir da valorização do patrimônio imaterial do
município.
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