27 de nov de 2016

Sobre a comemoração da morte do ditador Fidel Castro

Ditador de Cuba, Fidel Castro e a ex-presidente Dilma, sua aliada no Brasil. Veja a incoerência do líder ditador comunista, usando um belo casaco da marca Adidas, uma das maiores marcas do capitalismo. Fidel não permitiu seu povo usufruir o conforto do capitalismo, mas ele e seus familiares usavam e desfrutavam de todo conforto e de todo luxo possível.
Muitas pessoas se surpreendem ao ver multidões comemorando a morte de Fidel Castro, mas é assim mesmo que reage o povo oprimido, que sofre com um regime totalitário que mata seus adversários e a todos aqueles que divergem do ditador, que divergem de um regime que combate a todas as liberdades, como a livre expressão e todos os outros direitos individuais como opção sexual. Os “líderes” da esquerda brasileira que dizem lutar por democracia, por diversidade sexual, contra a “opressão”, em defesa de direitos humanos, entre outras coisas, são os mesmos que gritam aos prantos “Viva Fidel, Viva Che Guevara”. Essa é a maior contradição e demagogia do discurso da esquerda, que tem como ídolos o ditador cubano Fidel e seu aliado argentino, Che Guevara, que juntos são um dos maiores inimigos da democracia e dos direitos humanos, que no poder lideraram inúmeras perseguições a homossexuais, a jornalistas, a adversários políticos e a todos aqueles que questionavam o regime comunista. O “paredão” de fuzilamento era o fim de todos eles, o mesmo “paredão” que foi sugerido pelo ex-petista e hoje líder do Partido Comunista do Brasil, Mauro Iasi, aos que divergem do comunismo. Fique atento a quem você escolhe como líder, como ídolo. Não se defende democracia defendendo e endeusando um ditador como Fidel Castro ou Che Guevara!

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